10 coisas que não existiam há 20 anos

Tem horas que é difícil de acreditar, mas em algum passado remoto as pessoas viviam sem smartphone. Encontros eram marcados, reuniões aconteciam mesmo sem esse acessório imprescindível atualmente. E o smartphone não é o único avanço hoje comum que até pouco Fone de ouvido sem fio via bluetoothtempo não existia. Pen drives e DVDs também estão na lista dos aparelhos que não fazem parte da infância de quem tem 30 anos ou mais. Veja a seguir 10 coisas que não existiam há 20 anos.

Smartphones – O conceito de smartphone surgiu apenas no início dos anos 2000, fruto da fusão entre celulares comuns e PDAs, como os aparelhos da linha Palm e os iPaqs. Todos os sistemas de smartphone usados atualmente surgiram depois de 2007. Tablets – Alguns produtos de nicho e com caneta digital foram lançados durante os anos 1990 e 2000, mas nunca se popularizaram. Apenas com o iPad, em 2010, a categoria se popularizou. DVD – Em 1994, o velho VHS era o produto usado para ver filmes na TV. O formato DVD foi criado apenas em 1995, por um consórcio de empresas que incluía Philips, Sony, Panasonic e Toshiba. TVs de tela fina – As primeiras TVs de plasma e LCD chegaram ao mercado apenas no início dos anos 2000. Pen drives – Hoje você compra um desses por R$ 15. Mas em 1994 eles não estavam nem nos sonhos dos fãs de tecnologia. Na época, os arquivos eram guardados em disquetes de 1,4 MB, valor mais de 1.000 vezes inferior a um pen drive comum de 2 GB. Fones de ouvido sem fio – O padrão Bluetooth começou a ser desenvolvido em 1994, mas sua primeira versão final foi lançada apenas em 1998. E foram necessários mais alguns anos até que o Bluetooth chegasse aos fones de ouvido. Porta USB – Atualmente, por meio do USB, você pode conectar praticamente qualquer acessório ao computador e começar a usá-lo na hora. Mas em 1994 instalar uma simples impressora era um processo tedioso. Era necessário conectar o produto a uma porta serial ou paralela, instalar o driver correto e rezar para tudo dar certo. Criado em 1995, o padrão USB resolveu esse problema. Monitor LCD – Assim como as TVs de tela fina, os monitores LCD começaram a aparecer somente por volta dos anos 2000. Google – É praticamente impossível viver sem acessar o Google ou alguns de seus produtos nos dias atuais. A empresa nasceu apenas em 1998 e é bem mais nova do que algumas de suas rivais, como Apple e Microsoft. GPS – O sistema de localização por satélites foi desenvolvido nos anos 1970, mas por décadas seu uso foi restrito a aplicações militares. Em 1996, os Estados Unidos liberaram sua rede de satélites para uso civil. Apenas alguns anos depois começaram a surgir os primeiros dispositivos de navegação GPS para o usuário final.

10 coisas que eram normais nos anos 90

Você lembra daqueles produtos que eram comum nos anos 90 ? Essa lista do Lista10, selecionou alguns produtos para lembrarmos de coisas que utilizávamos nessa época.

Hoje em dia podemos utilizar apenas um pendrive

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Tirava fotos em máquinas fotográficas e tinha que pôr o filme para revelar

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Não tinha google, mas tinha Páginas Amarelas

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Você assistia filmes em fita VHS

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Este era o jogo mais viciante de celular

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Ouvia música em seu moderno walkman

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Um retroprojetor auxiliava os professores na escola

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Assistia video clips na TV

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Quem tinha um iMac era muito rico

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Esperava tocar suas músicas favoritas na rádio, para poder gravar em uma fita cassete

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Você tinha que rebobinar a fita senão pagava multa na locadora

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Redes de circuitos virtuais e de datagramas

A camada de transporte pode oferecer às aplicações serviço não orientado para conexão ou serviço orientado para conexão.De modo semelhante, uma camada de rede também pode oferecer qualquer desses dois serviços. Esses serviços na camada de rede são semelhantes ao serviços providos pela camada de transporte. Embora eles tenham algumas semelhanças com os mesmos serviços oferecidos pela camada de transporte , há diferenças cruciais.

O que é redes de circuitos virtuais

Na camada de rede, são serviços de hospedeiro a hospedeiro providos pela camada de rede à camada de transporte. Na camada de transporte, são serviços de processo a processo fornecidos pela camada de transporte à camada de aplicação. Em todas as arquiteturas importantes de redes de computadores, a camada de rede fornece um serviço entre hospedeiros não orientado para conexão, ou um serviço orientado para conexão, mas não ambos. Redes de computadores que oferecem apenas um serviço orientado para conexão na camada de rede são denominadas redes de circuitos virtuais; as que oferecem apenas um serviço não orientado para conexão são denominadas redes de datagramas. As implementações de serviço orientado para conexão na camada de transporte,implementado na borda da rede nos sistemas finais, e na camada de rede,implementado nos roteadores no núcleo da rede, são fundamentalmente diferentes.   Redes de circuitos virtuais  A Internet é uma rede de datagramas. Entretanto, muitas arquiteturas de rede alternativas (ATM, frame relay e X.25) são redes de circuitos virtuais, portanto, usam conexões na camada de rede denominadas circuitos virtuais. Um circuito virtual consiste em um caminho(série de enlaces e roteadores) entre hospedeiros de origem e de destino, números de CVs (numero para cada enlace ao longo do caminho) e  registros na tabela de repasse em cada roteador ao longo do caminho. Um pacote que pertence a um circuito virtual possui um numero de CV em seu cabeçalho. Como um circuito virtual pode ter número de CV diferente em cada enlace, cada roteador interveniente deve substituir o número de CV de cada pacote em transito por um novo número. Sempre que um novo CV é estabelecido através de um roteador, um registro é adicionado à tabela de repasse. De maneira semelhante, sempre que um CV termina , são removidos os registros apropriados em cada tabela ao longo de seu caminho. Um pacote não conserva o mesmo numero de CV por que substituir o numero de enlace em enlace reduz o comprimento do campo CV no cabeçalho do pacote e também por que o estabelecimento de um CV é consideravelmente simplificado se for permitido um numero diferente de CV em cada enlace ao longo do caminho do circuito virtual. Em uma rede de circuitos virtuais, os roteadores da rede devem manter

 informação de estado de conexão

para as conexões em curso. Cada vez que uma nova conexão for estabelecida através de um roteador, um novo registro de conexão deve ser adicionado à tabela de repasse do roteador. E, sempre que uma conexão for desativada, um registro deve ser removido da tabela. Há três fases que podem ser identificadas em um circuito virtual: Estabelecimento de CV: A camada de transporte remetente contata a camada de rede, especifica o end. Do receptor e espera até a rede estabelecer o CV. A camada de rede determina o caminho entre remetente e destinatário,série de enlaces e roteadores que os pacotes vão passar. Ela também determina o numero de CV para cada enlace ao longo do caminho e , finalmente, adiciona um registro na tabela de repasse em cada roteador.Ela também pode reservar recursos ao longo do caminho. Transferência de dados: Assim que o CV é estabelecido, pacotes podem começar a fluir ao longo do CV. Encerramento do CV: Começa quando o remetente (ou o destinatário) informa à camada de rede seu desejo de desativar o CV, que então informara ao sistema final do termino de conexão e atualizará as tabelas de repasse em cada um dos roteadores de pacotes no caminho para indicar que o CV não existe mais.   A diferença entre estabelecimento de CV na camada de rede e estabelecimento de conexão na camada de transporte é que estabelecer conexão na camada de transporte envolve apenas dois sistemas finais, onde eles determinam os parâmetros de sua conexão de camada de transporte, embora eles fiquem cientes desta conexão, os roteadores dentro da rede ficam completamente alheios a ela. Por outro lado, com uma camada de rede, os roteadores ao longo do caminho entre dois sistemas finais estão envolvidos no estabelecimento de CV e cada roteador fica totalmente ciente de todos os CVs que passam por ele. As mensagens que os sistemas finais enviam à rede para iniciar ou encerrar um CV e as passadas entre os roteadores para estabelecer CV são conhecidas como mensagens de sinalização e os protocolos usados para trocar essas mensagens são os protocolos de sinalização.   Redes de datagramas  Em uma rede de datagramas, toda vez que um sistema final quer enviar um pacote, ele marca o pacote com o end. do sistema final de destino e então o envia para dentro da rede. Isso é feito sem o estabelecimento de CV, pois em uma rede de datagramas os roteadores não mantêm nenhuma informação de estado sobre CVs. Ao ser transmitido da fonte ao destino, um pacote passa por diversos roteadores, onde cada um deles usa o endereço de destino do pacote para repassá-lo.Cada roteador tem uma tabela de repasse que mapeia endereços de destino para interfaces de enlaces; quando um pacote chega ao roteador, este usa o end. de destino do pacote para procurar a interface de enlace de saída apropriada na tabela de repasse.   Supõe-se que um roteador possui uma quantidade de enlaces e para cada interface deles há um prefixo do endereço associado a cada uma, formando a tabela de repasse do mesmo. Com esse tipo de tabela, o roteador compara um prefixo do endereço de destino do pacote com os registros da tabela, se houver concordância de prefixos, o roteador transmite o pacote para o enlace associada àquele prefixo compatível. Quando há várias concordâncias de prefixos, o roteador usa a regra da concordância do prefixo mais longo.   Embora em redes de datagramas os roteadores não mantenham nenhuma informação de estado de conexão, ainda assim mantém informação de estado de repasse em suas tabelas de repasse. As tabelas de repasse em redes de datagramas são modificadas pelos algoritmos de roteamento, de forma lenta. E as de redes de CVs são modificadas sempre que uma nova conexão é estabelecida através do roteador ou sempre que uma conexão existente é desativada. Origens das redes de circuitos virtuais e de datagramas  A evolução das redes de datagramas e de circuitos virtuais reflete as origens dessas redes. A idéia de um circuito virtual como principio fundamental de organização tem suas raízes no mundo da telefonia. Redes CV são mais complexas que redes de datagramas, pois elas mantêm estado de chamada. A Internet como uma rede de datagramas surgiu da necessidade de conectar computadores, como esses sistemas finais são mais sofisticados, os arquitetos da Internet preferiram construir um modelo de serviço de camada de rede o mais simples possível.