Categoria: História da Tecnologia

O que era o CP-500 Prológica

O CP 500 era um dos microcomputadores nacionais de maior sucesso de vendas, em sua faixa de mercado. Fabricado pela Prológica, uma grande empresa do setor de microcomputadores e periféricos, o CP 500 foi o primeiro micro nacional totalmente compatível com o TRS 80 Modelo III, fabricado pela Radio Shack norte-americana, muito vendido em todo o mundo.

CP-500

O Modelo III é o sucessor melhorado do TRS 80 Modelo I. Robusto e versátil, o CP 500 era um computador pessoal de porte médio, sendo porém largamente empregado com finalidades profissionais em empresas, escritórios e consultórios. Isso acontecia graças, basicamente, a seus diversos periféricos e ao amplo leque de software disponível para as mais variadas aplicações.

Configurações do CP 500

O CP 500 é montado em uma configuração básica integrada, ou seja, a UCP, o teclado, o vídeo e uma ou duas unidades de disquete fazem parte de um console único, sem fios externos de conexão.

O microcomputador pessoal CP 500 tem todos os seus componentes básicos integrados em um gabinete. Um gravador comum pode ser usado como memória auxiliar. O vídeo mostra um exemplo de gráfico de baixa resolução.

Em sua configuração ao mais comum em aplicações profissionais, o CP500 tem de uma a quatro unidades de disco flexível de 5 1/4 polegadas a uma impressora serial de baixo custo (P500).

Unidade Central

O CP 500 é baseado no microprocessador Zilog Z 80A, um dos mais avançados e difundidos entre os de 8 bits. Ele tem um conjunto de 158 instruções básicas. No CP 500, o Z 80 é operado com um relógio de 2 MHz, abaixo, portanto, do máximo de 4.7 MHz. A UCP, a memória principal e os controladores básicos de E/S são montados em uma placa-mãe única, com a fonte de alimentação separada. Todos os sinais de entrada, saída e controle do bus S-80 (barramento padrão dos computadores compatíveis com os modelos TRS 80) são disponíveis em um conector de borda, na parte traseira do console. Por meio dele podem ser conectados expansões ou periféricos. Também na parte traseira existem conectores para saída paralela (impressora), serial (RS232C), para duas unidades adicionais de disquetes, a para um gravador cassete. A memória principal na configuração mínima é de 16 kbytes de ROM (pré-gravada com o sistema monitor ou operacional básico, e o interpretador BASIC Nível II residente), mais 16 kbytes de RAM. Esta pode ser expandida para 48 kbytes, na configuração máxima. Internamente, a UCP dispõe ainda de um alto-falante, para produção de efeitos sonoros, e de um relógio em tempo real, com data, hora, minutos, segundos e centésimos de segundo, acessível através de software.

A montagem interna dos componentes do CP 500 é feita em módulos separados. para maior confiabilidade de operação. A placa principal contém os circuitos da UCP a das memórias ROM a RAM.

Teclado

O teclado é integrado à parte frontal do console, e é do tipo profissional, com disposição QWERTY no bloco básico. Através dele, pode-se digitar um conjunto de 128 caracteres do padrão ASCII, com maiúsculas e minúsculas, além de várias funções de controle de cursor, de tela, correção e entrada (CLEAR, RETROCESSO, ENTER, LINEFEED, CONTROL, SHIFT, ESCAPE, BREAK, etc.). Há também um bloco numérico separado, adequado para digitação rápida de números e para uso como calculadora. A partida a frio (reset, ou reinicialização do monitor ou sistema operacional) é feita por um botão na lateral direita do teclado.

O teclado do CP 500 é do tipo QWERTY, dispondo de diversas teclas adicionais para controle do vídeo a da UCP. Um teclado reduzido lateral auxilia a digitação rápida de números.

Vídeo
O monitor de vídeo, também integrado ao console, é de 12 polegadas, em tela de fósforo verde (caracteres brilhantes sobre fundo escuro). Na configuração básica, o formato da tela é de 16 linhas de 64 caracteres de largura, podendo ser selecionado por software e modo expandido (32 caracteres de largura dupla), maiúsculas e minúsculas. No modo gráfico padrão, obtém-se resolução de 128 pontos na horizontal por 48 pontos na vertical, com endereçamento individual por software, ou então 64 caracteres semi-gráficos e 160 caracteres especiais, entre eles, sinais de vários idiomas, inclusive o português. Opcionalmente pode-se adicionar uma placa de controle gráfico de alta resolução (502 x 192 pixels, vídeo inverso e três tons de cinza). O vídeo é do tipo mapeado em memória (1024 bytes na versão padrão).

Memória Auxiliar

A versão mais elementar do CP 500 utiliza como memória auxiliar apenas um gravador cassete comum, conectado através dos jaques EAR (fones de ouvido), AUX (microfone) a REMOTE (controle do motor). A taxa de transmissão pode ser programável em dois níveis: 500 ou 1500 bauds, e em seu nível mais baixo é compatível com o padrão TRS 80. Na versão expandida, podem ser coloca­das no gabinete básico uma ou duas unidades leitoras/gravadoras de disquetes de 5 1/4 polegadas, de face simples e densidade dupla. As unidades de disquetes são formatadas por software, no padrão TRSDOS, com 40 trilhas de 18 setores de 256 bytes, e capa­cidade total de 178 kbytes cada. Duas outras unidades de disquetes podem ser adicionadas externamente elevando a capacidade total da memória auxiliar em linha até mais de 0,5 Mbyte.

As duas primeiras unidades de minidisquetes são agregadas ao console do CP 500. Os discos de dupla densidade podem armazenar até 178 kbytes de programas e arquivos cada.

Periféricos

A própria Prológica oferecia uma ampla variedade de dispositivos periféricos para uso com o CP 500, a começar das impressoras matriciais. A mais barata era a P500 (projetada especialmente para o CP300 e o CP500), bidirecional, com velocidade de 100 cps, caracteres gráfico e quatro tamanhos de caracteres (normal, normal expandido, comprimido e comprimido expandido). Para uso mais pesado existem as impressoras P 720 e P 725 (com 200 a 250 cps). Outros periféricos disponíveis são: joycontrol (bastidor com tecias de controle do cursor, para jogos e gráficos), som estéreo, traçadora gráfica (plotter) e placa de comunicação bisseriais tipo RS-232 C, além de modem telefônico.
Um dos periféricos mais utilizados é a impressora serial. A P500 era adequada em preço e características às aplicações pessoais ou profissionais leves.

Qual o Software

O microcomputador CP500 em sua versão básica conta apenas com monitor e interpretador BASIC Nível II, residentes em ROM. O monitor tem dez comandos simples, que permitem o acesso direto à linguagem e recursos da máquina. O BASIC é de tipo científico, com precisão inteira, simples ou dupla que pode ser atribuída individualmente às variáveis, funções trigonométricas e matemáticas, etc., contando com 15 comandos, 37 instruções, e 40 funções e operadores. No sistema com disquetes, o usuário passa a contar com o BASIC estendido, muito mais poderoso, que inclui comandos de acesso às unidades de disquetes (tratamento de arquivos). O sistema operacional de disquetes DOS 500 é inteiramente compatível com o DOS padrão dos TRS 80 Modelo III e é muito versátil e poderoso, ainda que de fácil utilização. Tem 36 comandos e, embora eles sejam em inglês, o diálogo de mensagens com o usuário é em português. Pode-se utilizar no CP 500 outros sistemas operacionais compatíveis, mas bem mais poderosos, como o NEWDOS, DOSPLUS, LDOS, Tur­boDOS etc., e também o sistema CP/M. Neste último caso, entretanto, é necessário fazer uma modificação de hardware na placa da UCP. Com o DOS ou CP/M, fica disponível também um grande número de compiladores e interpretadores de outras linguagens (FORTRAN, COBOL, AS­SEMBLER, ALGOL, LISP, FORTH etc.).

A Prológica fornecia com o CP 500 uma série de manuais de operação e programação do computador e de seus programas aplicativos. O usuário dispõe ainda de revistas e livros que o auxiliam a explorar melhor o potencial de seu micro.

Características Básicas
Fabricante: Prológica Ind.e Com. de Microcomputadores Ltda UCP: Zilog Z80 2 Mhz Rom: 16 kb Ram: 48 Kb Video:Monitor de fósforo verde incorporado, texto: 16×64 cols, gráfico:128×48 pts., alta resolução 502×192 pts Teclado: 64 teclas, 9 de função, auto-repet. em todas, numérico reduzido, maiusc/minusc. Memória externa: 01 cassete com velocidade de 500 ou 1500 bauds; até 4 drives de 5 1/4 FS/DD, formatação DOS de 40 trilhas, 18 setores de 256 bytes, com 178 kb Entradas/Saídas: Interface paralela, cassete. Sistema operacional: Basic residente, DOS 500 compatível com TRSDOS Model III; opcional: NewDOS ou similares e CP/M (com modificações de hardware)
Ficha Técnica do CP500
Impressora P500
Modo de impressão: Normal: 80 col Normal/expandido: 40 col Comprimido/expandido: 70 col Comprimido: 140 colCaracteres: ASCII, caracteres especiais e gráficos, acentuação da língua portuguesa Velocidade: 100 CPS Buffer de memória: 2 k Alimentação: 110/220 v

O que era o CP-400 Prológica

A linha de microcomputadores iniciada nos Estados Unidos pela Tandy/Radio Shack com o popular TRS 80 Model I (comercializado a partir de 1977) encontrou entusiásticos seguidores e imitadores em todo o mundo, inclusive no Brasil.

Historia do microcomputador

Por ser um computador bastante versátil, robusto e de fácil utilização, foi o escolhido de muitas empresas brasileiras, desde 1981, para ser o protótipo de máquinas nacionais compatíveis, como os modelos D8000, da Dismac, CP300 e CP500, da Prológica, DGT100 e DGT1000, da Digitus, Sysdata Jr., etc.
Entretanto, nos próprios Estados Unidos, o aparecimento de computadores pessoais bem mais baratos e versáteis do que os primeiros TRS 80, tais como Texas TI/99, Atari 400 e 800, Commodore 64, etc., forçou a Tandy a lançar um modelo com capacidade gráfica razoável, em cores, voltado ao mercado doméstico e de entretenimento. A arquitetura dessa máquina, revolucionária em muitos aspectos e subestimada por usuários e pela própria Tandy por algum tempo, representou um afastamento radical da linha anterior de modelos TRS80, baseados em microprocessadores Zilog Z80. O TRS 80 Color, como foi chamado, baseou-se em um novo chip, com arquitetura interna de 8/16 bits: o 6809, fabricado pela Motorola. Isto fez com que toda a base de software existente para os modelos I e III não pudesse ser aproveitada para o Color. Sucessivos aperfeiçoamentos introduzidos na máquina básica aumentaram a memória RAM de 4 kbytes iniciais para 32 kbytes, adicionaram um interpretador BASIC residente mais poderoso, assim como disquetes de 5 ¼ polegadas e um sistema operacional novo o FLEX-DOS.

CP-400

No Brasil, as empresas Codimex (Rio Grande do Sul) e Novo Tempo (Rio de Janeiro) lançaram, em 1983, modelos compatíveis com o TRS 80 Color, mas não obtiveram grande impacto no mercado. Coube à Prológica entrar com força nesse segmento, com o lançamento, no segundo semestre de 1984, de seu modelo CP400.
Este micro da Prológica incorpora em sua versão padrão muitas das características, tais como a memória RAM padrão de 64 kbytes, adicionadas apenas aos últimos micros da linha do TRS 80 Color norte-americano. Além disso, teve seu aspecto físico bastante trabalhado, contando com o design deum artista italiano de desenho industrial. No restante, segue a filosofia básica do TRS 80 Color, com características inteiramente compatíveis de hardware e software. A versão padrão do CP 400 consta de um console de plástico prateado, contendo toda a parte eletrônica da UCP, o teclado e um encaixe lateral para cartuchos de ROM.

Unidade central

A unidade central é montada, no sistema de placa única, em um gabinete plástico de tamanho médio. Baseada no microprocessador Motorola 6809E, de 8/16 bits, ela opera à velocidade de 0,895 MHz, havendo a possibilidade de aumento até 1,6 MHz, aproximadamente. A escolha deste microprocessador deve-se às suas características que implementam com eficiência os recursos do CP 400.
A memória RAM do CP 400 pode ser adquirida em duas configurações: 16 ou 64 kbytes. Os usuários de máquinas de 16 kbytes podem expandir a memória posteriormente com um kit. Para a operação com disquetes, é necessária a RAM de 64 kbytes. A Prológica não implementou as versões de capacidades intermediárias, como de 32 kbytes, que surgiram, por breve período de tempo, nos modelos norte-americanos do TRS 80 Color.
A placa da UCP inclui os seguintes módulos adicionais, na versão padrão:

  • Controlador de vídeo, com saídas para monitores em cores, ou sinal modulado de RF, para televisores com o padrão brasileiro (PAL/M).
  • Interface para gravador cassete.
  • Porta serial RS-232C, para comunicações (via modem ou cabo) ou ligação a periféricos seriais, como impressora, plotter, etc.
  • Relógio em tempo real.
  • Interface para bastões de controle do tipo analógico, de fato quatro conversores analógico-digitais de 8 bits.

Na parte traseira do console ficam conectores para fonte de alimentação, TV, monitor de vídeo, gravador cassete, joysticks direito e esquerdo, porta de comunicações e interruptores de força e de seleção do canal UHF da TV (3 ou 4). Em um compartimento com tampa, situado na parte direita do teclado, existe um recesso e um conector múltiplo para o acoplamento de cartuchos de ROM, com capacidade total de até 16 kbytes.

Teclado

Seguindo a filosofia básica de um computador de baixo custo, voltado ao mercado educacional e doméstico, a Prológica oferece o CP 400 com um teclado mecânico simplificado (tipo chiclete), de acionamento por contato, dotado de 55 teclas dispostas no formato de máquina de escrever (QWERTY). Não há teclas de acentuação da língua portuguesa, mas todos os caracteres ASCII (inclusive letras minúsculas) podem ser acessados através do teclado. As teclas BREAK, CLEAR, SHIFT, ENTER, seta cima, seta baixo, seta esquerda e seta direita encontram-se nas laterais do teclado, em cores diferentes. Duas teclas RESET vermelhas, que devem ser pressionadas em conjunto para inicialização do sistema monitor, completam o conjunto

Vídeo

A capacidade de controle do vídeo é um dos maiores recursos do CP 400. O computador dispõe de saídas em paralelo, para conexão a uma TV comum e a um monitor de vídeo composto (os dois podem ser ligados simultaneamente). A produção de efeitos sonoros é feita através do alto-falante da própria TV, portanto com volume controlado individualmente.
O CP 400 tem um modo de texto que mistura texto com caracteres semigráficos de baixa resolução e cinco modos diferentes de gráficos, em duas ou quatro cores, de resolução média:

  • Modo texto: que dispõe de um formato de 16 linhas por 32 colunas, com cor de fundo e de frente selecionáveis entre nove tonalidades: verde, amarelo, azul, vermelho, cinza, ciano, roxo, laranja e preto. Existem 16 caracteres semigráficos imprimíveis, que são uma combinação de quatro pixels por caractere.
  • Modo gráfico de baixa resolução, que pode ser misturado com texto, com definição de 32 linhas por 64 colunas e comando individual (acende/apaga/testa) de cada pixel, que também podem ter sua cor ajustada individualmente.
  • Modos gráficos de resolução média (cinco), selecionáveis por software (comando PMODE), que representam uma combinação entre três modos de resolução (128 x 96, 128 x 192 e 256 x 192), com dois modos de cor (duas ou quatro cores). Conforme o modo escolhido, maior ou menor memória RAM, na forma de páginas, é utilizada pelo interpretador. Todos os caracteres ASCII do teclado, mais os caracteres especiais (semigráficos) podem ser representados na tela, com exceção das letras minúsculas, que aparecem como maiúsculas em fundo de vídeo inverso.
Modos gráficos do CP400 Modo de resolução
PMODE Modo de cor PSCREEN Resolução Cores 0 0 1 28 x 96 preto/verde 0 1 128 x 96 preto/cinza 1 0 128 x 96 verde/amarelo/azul/vermelho 1 1 128 x 96 cinza/ciano/roxo/ laranla 2 0 128 x 192 preto/verde 2 1 128 x 192 Preto/cinza 3 0 128 x 192 Verde/amarelo/ azul/vermelho 3 1 128 x 192 Cinza/ciano/roxo/ laranja 4 0 256 x 192 Preto/verde 4 1 256 x 192 Preto/cinza

Memória auxiliar

Na versão básica, o único dispositivo de memória auxiliar de tipo magnético disponível é o gravador cassete. Dados e programas podem ser gravados separadamente, a 1500 bauds. O controlador dispõe de três fios de conexão para o gravador: leitura (EAR), gravação (AUX ou MIC) e controle do motor do gravador (REMOTE). O interpretador BASIC dispõe de poderosos recursos para efetuar o tratamento de arquivos seqüenciais em fita, como dar nomes a arquivos (OPEN), procurar arquivos pelo nome (SKIPF), gravar ou carregar registros individuais, etc.
Outro recurso de memória acessória é o cartucho de ROM, pré-gravado pelo fabricante ou outros fornecedores de software, e que contém diversos aplicativos, utilitários, etc. imediatamente disponíveis para o processador, sem tempo de espera de carregamento.
Na expansão da memória auxiliar do CP 400, ele pode receber de uma a duas unidades de leitura e gravação de discos flexíveis de 5 ¼ polegadas, face simples, densidade dupla, com 156 kbytes de capacidade cada. Cada disquete é formatado por software em 35 trilhas de 18 setores por trilha. A conexão é feita através do conector de cartuchos. As unidades de discos são montadas em um gabinete de plástico da mesma cor do console, que contém a eletrônica de controle e a fonte de alimentação.

Software básico

A versão para cassete dispõe de todo o software básico (sistema monitor e interpretador BASIC) em 16 kbytes de ROM.
O interpretador BASIC é bastante versátil e sofisticado, dispondo de 72 instruções e comandos e 30 funções. Desenvolvido pela empresa norte-americana Microsoft, tem muito em comum com o BASIC nível II dos outros modelos TRS 80 baseados em cassete. Comandos adicionais permitem a exploração dos recursos únicos do CP 400, tais como:

  • editor de linhas a comando de renumeração;
  • gravação e leitura de programas em BASIC e em linguagem de máquina;
  • tratamento de arquivos seqüenciais (OPEN, CLOSE);
  • programação de gráficos em baixa e média resolução, nos cinco modos;
  • macrocomandos gráficos, para traçar círculos, arcos, linhas, retângulos, preenchimento de retângulos, etc.;
  • acesso direto à máquina (PEEK, POKE) e à programação e chamada de rotinas em linguagem de máquina (DEFUSR, USR, etc.);
  • programação de sons complexos, com escala, duração, etc. (SOUND, PLAY);
  • funções de manipulação de strings e para cálculos matemáticos.

Para a versão em disco, o sistema operacional é compatível com o FLEX-DOS do TRS 80 Color.

Características básicas

Fabricante: Prológica Ind. Com. de Microcomputadores Ltda

UCP: Motorola 6809E 0,89 Mhz

Rom: 16 kb

Ram:
64 Kb

Vídeo:
TV pal-m, monitor,texto: 16×32 cols, semi-gráfico:32×64 pts ou 48×64 pts com 8 cores, gráfico: baixa resolução:64×64 pts com 4 cores, 64×128 com 2 ou 4 cores, alta resolução: 96×128 pts, 192×128 pts, 192×256 pts.

Cores:
Diversas combinações de cores, com um total de 12 combinações.

Teclado:
55 teclas, tipo chiclete

Memória externa:
01 cassete, até 2 drives de 5 1/4 FS/DD c/ 156 kb

Entradas/Saídas:
Interface serial RS 232, cassete, joystick, entrada de cartucho

Sistema operacional:
Basic residente. Opcional: Flex-DOS (com disco)