Autor: Floyd Elliott

Como remover vírus que converte arquivos e pastas em atalhos

Siga nossas dicas e evite a formatação e perda dos dados presentes em seu Pen Drive.

Um novo vírus vem destruindo meses de trabalhos e ou arquivos de muitos usuários. Trata-se de um vírus que ataca ou infecta o seu Pen Drive e converte todos os documentos e programas em meros atalhos. Tal atividade impede que o utilizador abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível. Causando a perda dos dados.

A solução não é tão complicada, Ufa ! E pode poupar algumas dores tremendas de cabeça, se preferir tempo e dinheiro.
Obs.; O vírus em questão não apaga os arquivos do seu Pen Drive.
Este Agente do mal só oculta os documentos apenas e cria atalhos falsos, por isso! NÃO FORMATE OU APAGUE

NADA !, E mantenha a calma.

sabendo que os arquivos ainda se encontram no Pen Drive, em teoria, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao vírus. Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do Pen Drive (disponível em “Meu Computador”). O espaço utilizado continua o mesmo que era anteriormente ocupado por seus arquivos.
Se o Windows informar que a unidade está vazia, então é provável  que o vírus seja outro. Mas se estiver com o mesmo tamanho conhecido por você, prossiga com a execução dos passos a seguir.
Isso deverá resolver seu problema.Recuperando arquivos
Passo 1 – Abra o Prompt de Comando (item presente no “Menu Iniciar” dentro da pasta “Acessórios”)
Passo 2 – Agora digite o seguinte comando:

attrib -h -r -s /s /d X:\*.*

Note: a letra “X” deve ser substituída pela letra atribuída pelo sistema ao seu Pen Drive.

Método manual

Passo 1 – Acesse a pasta que foi afetada pelo vírus e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho).
Passo 2 – Abra as Propriedades do arquivo.
Passo 3 – Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item “Destino” e “Iniciar em”). Veja o exemplo abaixo:
Etapas finaisUtilize um bom antivírus e análise o Pen Drive e o HardDrive “Disco Duro”.
  • Instale um anti-malware no seu computador e faça outra varredura no disco local e na unidade removível.
  • Se nenhum problema foi informado pelos programas, então o vírus deve ter sido removido do seu Pen Drive. Em casos de persistência do problema, tente outros softwares.

Caso nada disso funcione, utilize este PW Clean

OMIGA PLUS – Como Remover??

Siga os passos a seguir e depois instale o programa REVO e veja se sobrou rastros do OMIGA PLUS Quando encontrar aplicativos freeware on-line, não tenha tanta apressada para instalá-los em seu PC. Programas como o vírus Omiga Plus podem ser mais arriscados do que parecem. Naturalmente, o Omiga Plus não é um vírus de computador genuíno, mas pode facilmente ser considerado um aplicativo potencialmente indesejado, pois pode usar técnicas complicadas de promoção, a fim de entrar em seu sistema. Se você se encontrar em uma situação em que esse programa está ativo em seu computador, então você é fortemente aconselhado a removê-lo do seu computador e proteger o seu sistema contra aplicativos potencialmente perigosos.Revo Uninstaller (Foto: Reprodução/Revo Uninstaller)

É realmente difícil encontrar o link de download oficial do Omiga Plus, mas é muito mais fácil baixar o programa com aplicativos gratuitos em sites de terceiros. Uma vez que este programa é instalado no seu PC, serão exibidos novos painéis de ícones em sua tela, com seus ícones mais importantes. Em suma, o Omiga Plus deveria ajudar você a organizar seus programas e arquivos. Este aplicativo também pode ajudá-lo a esconder vários ícones que estão inativos por um longo período de tempo. Naturalmente, essas funções não têm nada em comum com malwares de computador, mas mesmo assim, o Omiga Plus pode violar a sua privacidade e a segurança do seu sistema.

O problema é que o Omiga Plus geralmente vem com uma variedade de programas freeware que podem vir a ser prejudiciais para o seu computador. Além disso, em longo prazo, estes aplicativos de software gratuitos podem ser tomados por hackers, que irão redirecioná-lo para sites afiliados com fins de marketing, ou pior – irão infectá-lo com malwares. Por isso, os usuários são aconselhados a ter cautela ao instalar aplicativos freeware em seu computador. Você pode pensar que o Omiga Plus em si não é perigoso, mas sempre haverá algo suspeito com softwares gratuitos.

Se você quiser evitar programas potencialmente perigosos, modificações em seu navegador e outras ameaças de computador, você deve remover o Omiga plus agora, bem com o resto dos aplicativos. Se você não tem certeza de quais programas devem ser retirados do seu PC, faça uma verificação completa do sistema com o SpyHunter e, em seguida, invista em uma ferramenta antimalware poderosa para proteger o PC de potenciais ameaças.

1º parte: Remoção Manual do Omiga Plus Vírus

Windows 8

  1. Clique com o botão direito do mouse na tela inicial do metro.
  2. Verifique o canto inferior direito para o botão Todos os apps.
  3. Clique no botão e escolha Painel de controle.
  4. Selecione Exibir por: Categoria (esta é geralmente a exibição padrão), e clique em Desinstalar um programa.
  5. Clique sobre o nome da infecção e remova-o da lista.

Windows Vista e Windows 7

  1. Vá ao Menu Iniciar –> Painel de Controle.
  2. Selecione Exibir por: Categoria (geralmente é o modo de exibição padrão) e vá para Desinstalar um programa.
  3. Clique no nome da infecção e desinstale-a.

Windows XP

  1. Vá ao Menu Iniciar –> Painel de Controle.
  2. Selecione Adicionar ou Remover Programas.
  3. Clique no nome da infecção e remova-a da lista.

 

2º parte: Remover rastros com o REVO

Alguns programas não aparecem na lista “Desinstalar um programa” no Painel de Controle do Windows. O Revo Uninstaller pode desinstalar programas “escondidos” na sua máquina. Não há com o que se preocupar: nem sempre estes programas são malwares ou vão causar danos. Às vezes, são recursos do sistema ou programas secundários que não têm função específica, mas ocupam espaço no disco.

Revo Uninstaller Pro desinstala programas que não estão listados no Painel de Controle (Foto: Arte/TechTudo)

Infelizmente, este recurso de desinstalar programas escondidos não está disponível na versão freeware do Revo. A versão Pro (US$ 39,25 ou R$ 89,51) tem 30 dias grátis para teste. Ou seja, o bastante para você fazer uma limpeza pontual no seu computador e resolver esses problemas. Veja como funciona: Passo 1. Instale o Revo Uninstaller Pro; Passo 2. Com o botão direito do mouse, clique no ícone e escolha Executar como Administrador;

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Selecione “Executar como administrador” no Revo Uninstaller (Foto: Reprodução/Alessandra Picoli)

Passo 3. Clique em Desinstalação Forçada;

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Escolha a opção “Desinstalação forçada” no Revo Uninstaller (Foto: Reprodução/Alessandra Picoli)

Passo 4. Escolha a opção Avançado. Você pode procurar a pasta em questão no seu computador clicando em Procurar ou usar o nome completo do programa a ser desinstalado;

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Escolha a pasta do programa ou digite o nome para busca no Revo Uninstaller (Foto: Reprodução/Alessandra Picoli)

Passo 5. Às vezes, o Revo Uninstaller Pro vai dizer que foram encontradas “sobras no registro”. Clique em Selecionar tudo e Excluir;

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Selecione tudo e exclua no <b>Revo Uninstaller</b> (Foto: Reprodução/Alessandra Picoli)

Passo 6. Encontradas sobras de arquivos e pastas, clique em Selecionar tudo e Excluir;

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Novamente no Revo Uninstaller, escolha Selecionar tudo e Excluir. (Foto: Reprodução/Alessandra Picoli)

Passo 7: Confirme a exclusão.

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Clique em Sim para excluir os arquivos com o Revo Uninstaller (Foto: Reprodução/Alessandra Picoli)

Como Montar um Sistema RAID

IntroduçãoRAID significa Redundant Array of Independent Disks (Arranjo Redundante de Discos Independentes, em português) e com pelo menos dois discos rígidos você pode montar um arranjo RAID de modo a aumentar o desempenho de disco ou aumentar a confiabilidade dos dados armazenados. Neste tutorial ensinaremos como configurar um sistema RAID em seu micro.Como mencionamos, existem duas idéias por trás do RAID: desempenho (também chamado RAID0) e confiabilidade (também chamado RAID1).RAID0, também conhecido como divisão de dados, é configurado quando você quer aumentar o desempenho do seu disco. Ele funciona dividindo os arquivos que serão gravados em vários pedaços (chamados divisões ou stripes, em inglês; a Intel traduz stripes como “faixas”) e salvando cada pedaço em um disco diferente. Por exemplo, se você tem um arquivo de 200 KB e dois discos rígidos, este arquivo será dividido em dois pedaços de 100 KB e cada pedaço será salvo em um disco diferente.Claro que esta é uma explicação muito simplista; na verdade cada divisão (ou pedaço) deve ser uma potência de dois e deve ser definida na hora em que você for configurar o sistema RAID. Se o seu sistema RAID usar divisões de 128 KB, um arquivo de 200 KB será dividido em dois pedaços de 128 KB (o resto de cada divisão, 28 KB, ficará vazio). Se o seu sistema fosse configurado para usar divisões de 32 KB, um arquivo de 200 KB seria dividido em oito pedaços de 32 KB e o sistema mandaria quatro pedaços para cada disco rígido. Mas como isto aumenta o desempenho? No exemplo que demos acima, em vez de gravar um arquivo de 200 KB, cada disco rígido irá gravar um arquivo de 100 KB. O tempo gasto para gravar um arquivo de 100 KB é teoricamente metade do tempo necessário para gravar um arquivo de 200 KB. Basicamente, o que o RAID0 faz é colocar os discos rígidos para trabalharem em paralelo. A capacidade de armazenamento total do disco em um sistema RAID0 é a soma das capacidades totais dos dois discos rígidos. Portanto, se você usar dois discos rígidos de 80 GB seu sistema RAID terá capacidade total de 160 GB. Você pode inclusive criar “partições” em seu sistema RAID, fazendo com que você tenha mais de um “disco” em seu micro. Caso você queira montar um sistema de alto desempenho, considere a possibilidade de comprar dois discos rígidos com capacidades menores e configurá-los em um sistema RAID0, em vez de comprar um único disco rígido com alta capacidade de armazenamento. Se você está pensando em ter dois discos rígidos apenas para separar dados (por exemplo, um disco rígido para armazenar o sistema operacional e programas e outro disco para armazenar dados), vá em frente e monte um sistema RAID, já que, como mencionamos anteriormente, você pode criar “partições” em seu sistema RAID (lembre-se, no entanto, que você não pode remover um dos discos e instalá-lo em outro computador para ler o seu conteúdo pois isto não funcionará). Na Figura 1 resumimos como funciona o sistema RAID0. clique para ampliar Figura 1: Como o sistema RAID0 (divisão de dados) funciona.  O RAID1, por outro lado, não aumenta o desempenho de disco, mas serve para aumentar a confiabilidade dos dados armazenados no micro. Ele copia tudo o que é enviado para o primeiro disco no segundo disco rígido. Por esse motivo que também é conhecido como espelhamento. Pense no RAID1 como um sistema de backup baseado em hardware. Se o primeiro disco falhar, o segundo assume seu lugar imediatamente. Como o segundo disco é um disco de backup, a capacidade total de disco em um sistema RAID1 é a capacidade do primeiro disco apenas. Dessa forma, se você tem dois discos de 80 GB configurados como RAID1, a capacidade total do sistema será de 80 GB. Se você está preocupado com confiabilidade, o RAID1 é a escolha certa. Na Figura 2 resumimos como funciona o sistema RAID1. clique para ampliar Figura 2: Como o sistema RAID1 (espelhamento) funciona.  Existem outras configurações de RAID, mas nem todos os controladores RAID as suportam (todos os controladores suportam pelo menos o RAID0 e RAID1). Aqui está um pequeno resumo de outros sistemas RAID que o seu controlador RAID pode suportar.

  • RAID 0+1: Sistema usando, ao mesmo tempo, divisão de dados (RAID0) e espelhamento (RAID1). Necessita de quatro discos rígidos. Se um dos discos falhar, o sistema vira um RAID 0 (divisão de dados).
  • RAID10: Sistema usando, ao mesmo tempo, divisão de dados (RAID0) e espelhamento (RAID1). Necessita de quatro discos rígidos. Se um dos discos falhar, o sistema vira um RAID 1 (espelhamento).
  • RAID5: Este é um sistema RAID0, só que gravando informações de paridade para aumentar a confiabilidade dos dados. Necessita de pelo menos três discos rígidos idênticos. Em um sistema com três discos a capacidade total será o tamanho de um dos discos multiplicado por dois (e não por três) – por exemplo, se três discos rígidos de 80 GB forem usados, a capacidade total do arranjo será de 160 GB, já que o resto do espaço em disco será usado para armazenar informações de paridade.
  • JBOD: Significa “Just a Bunch of Disks” ou “Apenas um Grupo de Discos” e não é um sistema RAID, já que não aumenta o desempenho ou confiabilidade do sistema de disco. É usado para juntar dois discos rígidos com capacidades diferentes como se eles fossem um único disco. Por exemplo, você pode usar o JBOD para juntar um disco de 40 GB a um disco de 80 GB para aparecer no sistema como se fosse um único disco de 120 GB.
Requisitos Para ter um sistema RAID em seu computador você precisará de duas coisas: um controlador RAID e pelo menos dois discos rígidos idênticos. Se você quiser configurar um sistema diferente do RAID0 ou RAID1, mais discos poderão ser necessários, como explicamos na página anterior. Neste tutorial assumiremos que você irá montar um sistema RAID0 ou RAID1, ou seja, um sistema com dois discos rígidos.

Atualmente várias placas-mãe já vêm com um controlador de RAID on-board, facilitando em muito a instalação de um sistema RAID. Neste caso tudo o que você precisa é de dois discos rígidos (desde que sua placa-mãe ofereça este recurso, é claro). Portanto a primeira coisa que você precisa fazer é verificar se sua placa-mãe tem ou não um controlador RAID embutido. Você pode verificar esta informação consultando o manual da sua placa-mãe. O chipset da placa-mãe – o chip ponte sul (também conhecido como ICH, I/O Controller Hub – Hub Controlador de E/S, em chipsets da Intel) para sermos mais exatos – é o responsável por controlar as portas dos discos rígidos de sua placa-mãe e ele precisa ter um controlador de RAID integrado. Os chipsets da Intel que têm RAID integrado possuem a letra “R”. Por exemplo, o chip ICH7 não tem RAID, enquanto que o ICH7R tem. A mesma coisa acontece com os chipsets de outros fabricantes. Por exemplo, o VIA VT8237R tem RAID integrado, enquanto que o VT8237 não tem. Alguns fabricantes usam um nome pomposo para a função RAID, como “Intel Matrix Storage” ou “nVidia MediaShield Storage”. No final das contas é tudo a mesma coisa. Muitas placas-mãe têm um chip extra responsável por controlar mais portas de discos rígidos. Esses chips são fabricados por empresas como SiliconImage, JMicron, Marvell, Promise e HighPoint, só para citarmos algumas. Normalmente esse chip extra tem um controlador de RAID integrado. Portanto, caso o chipset da sua placa-mãe não tenha função RAID mas sua placa-mãe tenha um chip extra que suporte este recurso, você precisará instalar seus discos rígidos nas portas controladas por este chip em vez de usar as portas controladas pelo chip ponte sul. Na Figura 3 você pode ver o detalhe de uma placa-mãe Intel D975XBX2 que usaremos neste tutorial. Esta placa-mãe tem um total de oito portas SATA-300, quatro controladas pelo chipset (Intel 975XBX, usando a ponte sul ICH7R) e quatro controladas pelo chip Marvell 88SE6145. Ambos os chips têm um controlador de RAID integrado. Mesmo se o chipset usasse um chip ponte sul diferente (ICH7, por exemplo) ainda sim poderíamos usar o RAID, já que as quatro portas SATA-300 extras possuem este recurso.  clique para ampliar Figura 3: Portas SATA encontradas na placa-mãe Intel D975XBX2. Em situações como a mostrada na Figura 3 – dois chips com RAID integrado na placa-mãe – os discos rígidos precisam ser instalados no mesmo grupo de portas. Como você pode ver, a Intel usou cor preta nas portas conectadas ao chipset e azul nas portas conectadas ao chip extra. Portanto, seus dois discos rígidos devem ser instalados em portas de mesma cor. Como o chipset da placa-mãe suporta RAID, optamos por usar as portas que estão conectadas ao chipset (portas de cor preta neste exemplo). Se sua placa-mãe não tem um chip RAID, você poderá ainda usar um sistema RAID comprando uma placa de expansão com controlador RAID. Vamos falar agora sobre os detalhes do processo de instalação. Instalação Física O processo de instalação de um sistema RAID é dividido em três partes:

  • Instalação física, onde você instala os discos rígidos em seu micro de modo a serem usados em um sistema RAID;
  • Configuração do sistema RAID, onde você configura o micro para usar os dois discos rígidos como um arranjo RAID;
  • Instalação do sistema operacional, onde você precisa instalar o sistema operacional para carregar um driver especial de modo que o arranjo RAID possa ser reconhecido.

É muito importante notar que ao configurar um sistema RAID todos os dados contidos nos discos rígidos são apagados. Por isso recomendamos que você faça backup de todos os seus dados antes de continuar, caso os seus discos contenham dados importantes. A instalação física não tem mistério: instale seus discos rígidos dentro do micro, conecte o plugue de alimentação em cada disco e conecte cada disco na porta apropriada na placa-mãe (caso sua placa-mãe não tenha suporte ao RAID você precisará comprar uma placa controladora RAID e instalar os discos nela). Claro que este procedimento deve ser feito com o micro desligado. Nas figuras abaixo removemos as peças do gabinete para fotos mais claras. Neste tutorial usamos uma placa-mãe Intel D975XBX2 e dois discos rígidos Samsung HD080HJ (80 GB, SATA-300). É importante usar portas que podem oferecer o desempenho máximo que o seu disco rígido pode alcançar. Atualmente existem dois padrões de interface de discos rígidos: ATA paralelo (PATA ou simplesmente IDE) e Serial ATA (SATA). As portas PATA estão desaparecendo, com as portas SATA sendo o padrão hoje. Se você está montando um micro novo, não use discos rígidos ATA paralelo. A porta IDE pode ser encontrada em duas velocidades: ATA/100 e ATA/133. Claro que o melhor cenário se você estiver usando este tipo de disco rígido é usar discos ATA/133 junto com portas ATA/133. Para o maior desempenho possível você precisa instalar cada disco rígido em portas separadas, cada um deles configurado como “mestre” (“master”) e usando seu próprio cabo de 80 vias. Não instale os discos no mesmo cabo usando a configuração mestre/escravo (master/slave) pois esta configuração reduz o desempenho. Infelizmente as placas-mãe mais novas não vêm com mais de uma porta IDE, o que as tornam uma péssima opção na hora de usar discos rígidos deste padrão. Não esqueça que as portas ATA precisam suportar RAID, é claro. As portas IDE mostradas na Figura 4 não são controladas pelo chipset, sendo duas portas IDE extras controladas por um chip extra, suportando RAID.  clique para ampliar Figura 4: A forma correta de conectar discos rígidos PATA. Como os discos com interface paralela estão saindo de linha, focaremos nos discos Serial ATA. O Serial ATA também pode ser encontrado em duas velocidades: SATA-150 (também conhecido como 1,5 Gbps) e SATA-300 (também conhecido como 3 Gbps). O maior desempenho pode ser obtido com portas SATA-300 e discos rígidos SATA-300. A instalação é muito simples. Conecte o cabo SATA e o cabo de alimentação a cada um dos discos rígidos (caso sua placa-mãe não tenha cabos de alimentação SATA, use o adaptador que normalmente vem com discos rígidos SATA. Este adaptador converte o plugue de alimentação para periféricos padrão em um plugue de alimentação SATA).  clique para ampliar Figura 5: Nossos dois discos rígidos SATA com seus cabos instalados. Agora instale a outra ponta de cada cabo em uma porta SATA disponível em sua placa-mãe. Para melhor organização, utilize as portas com menor número. Por exemplo, em nossa placa-mãe as quatro portas controladas pela ponte sul ICH6R eram rotuladas como SATA0, SATA1, SATA2 e SATA3. Nós usamos as portas SATA0 e SATA1. Lembre-se que você deve instalar os cabos nas portas que suportam o RAID (veja na página anterior uma discussão mais detalhada sobre o assunto).  clique para ampliar Figura 6: Instalando os cabos na placa-mãe. Agora você precisará configurar os discos rígidos como um arranjo RAID. Mostraremos como fazer isto na próxima página. Configuração do RAID Após a instalação física seus discos rígidos irão operar como dois discos separados. Você precisará, portanto, configurá-los como um sistema RAID. O processo exato e nomes das opções variam um pouco dependendo da sua placa-mãe. Se você estiver usando as portas controladas pelo chipset, você precisa entrar primeiro no setup da sua placa-mãe e configurá-las como “RAID” em vez de “IDE”. Na configuração “IDE” as portas funcionam como portas IDE normais, enquanto que na configuração “RAID” você pode habilitá-las para funcionar como um sistema RAID. Na verdade, se você não mudar esta configuração o micro não mostrará a tela de configuração do RAID durante o POST, impedindo você de configurar seu sistema RAID. Portanto, entre no setup da sua placa-mãe (pressionando a tecla Del logo após ligar o micro) e mude esta opção. Em nossa placa-mãe mudamos esta opção em Advanced, Drive Configuration, “Configure SATA As”. O caminho exato e nomes das opções variam dependendo do fabricante da placa-mãe.  clique para ampliar Figura 7: Habilitando as portas da placa-mãe para trabalharem em modo RAID.  clique para ampliar Figura 8: Portas da placa-mãe habilitadas para trabalharem no modo RAID. Depois de ter feito esta configuração, você precisa salvar as alterações e sair. A configuração do sistema RAID é feita pressionando um conjunto de teclas durante o POST (Power-On Self Test, Auto-Teste ao Ligar, em português), que é aquela série de mensagens de texto que aparecem quando você liga o micro antes do sistema operacional ser carregado. Este conjunto de teclas varia dependendo do fabricante do chip RAID. Normalmente é a tecla Ctrl mais a primeira letra do nome do fabricante. Por exemplo, se o fabricante for a Intel, pressione Ctrl I; se o fabricante for Marvell, pressione Ctrl M; se o fabricante for SiliconImage, pressione Ctrl S; se o fabricante for JMicron, pressione Ctrl J; e assim por diante. Este conjunto de teclas deve ser pressionado na hora que a tela de configuração do RAID aparecer durante o POST. Como nossa placa-mãe tinha dois chips RAID, duas telas como estas foram mostradas, uma para configurar o RAID controlado pelo chipset e outra para o RAID do chip Marvell 88SE6145. Como nós conectamos nossos dois discos rígidos nas portas controladas pelo chipset, a tela da Figura 9 foi mostrada. Como você pode ver, nenhum sistema RAID foi configurado (a frase “None defined” aparece em “RAID Volume”, e os dois discos são identificados como “Non-RAID Disk”). Você precisa pressionar Ctrl I enquanto esta tela é mostrada de modo a configurar seu sistema RAID.  clique para ampliar Figura 9: Tela de configuração RAID durante o POST (chipset Intel). Esta tela será um pouco diferente dependendo do fabricante do chip RAID. Nós instalamos nossos dois discos rígidos nas portas controladas pelo chip Marvell para mostrar a você um outro exemplo, veja na Figura 10. Como você pode ver, nosso RAID ainda não está configurado (a frase “No array is defined” aparece em “Arrays Information”). Aqui você precisa pressionar as teclas Ctrl M para configurar seu sistema RAID. clique para ampliar Figura 10: Tela de configuração RAID durante o POST (Chip Marvel). Pressione o conjunto de teclas para entrar no programa de configuração do RAID. Configuração do RAID (Cont.) O menu principal do programa de configuração do RAID da Intel pode ser visto na Figura 11. Esta tela será mostrada assim que você pressionar as teclas Ctrl I enquanto o texto mostrado na Figura 9 é exibido logo após você ter ligado o micro.  clique para ampliar Figura 11: Programa de configuração do RAID. Todos os programas RAID são muito parecidos e muito fáceis de se usar. Em nosso exemplo a tela principal mostra informações sobre os discos rígidos e apresenta quatro opções. Selecione a primeira delas, Create RAID Volume, para configurar seu sistema RAID. A tela mostrada na Figura 12 será mostrada.  clique para ampliar Figura 12: Criando um sistema RAID. Aqui você terá que configurar:

  • Volume Name (Nome do Volume): O nome que será usado pelo sistema operacional para acessar o sistema RAID.
  • RAID Level (Nível do RAID): O tipo de RAID que você quer, RAID0 (divisão de dados, configurado para aumentar o desempenho do disco) ou RAID1 (espelhamento, configurado para aumentar a confiabilidade dos dados). Outros tipos de RAID estarão disponíveis dependendo do chip RAID que você tiver.
  • Disks (Discos): Para selecionar os discos que você quer incluir neste arranjo RAID.
  • Strip Size (Tamanho da Divisão): Este é o tamanho dos pedaços dos dados que o seu sistema RAID usará. Grosso modo, é como se fosse o tamanho de cada “setor” que seu disco rígido usará. O tamanho ideal é assunto de muito debate e nós planejamos escrever um artigo sobre o assunto em breve. De uma maneira geral, divisões maiores são melhores se você trabalha com arquivos grandes, enquanto que divisões menores são melhores se você trabalha com arquivos pequenos. Se você não tem idéia de qual valor usar, deixe esta opção com seu valor padrão (normalmente 64 KB ou 128 KB).
  • Capacity (Capacidade). Aqui você pode configurar uma capacidade menor de modo a criar mais de um volume RAID (como se fossem “partições” do seu arranjo RAID, ou seja, criar dois ou mais “discos RAID”). Por exemplo, em vez de ter apenas um arranjo de 160 GB poderíamos configurar um arranjo de 100 GB e um outro de 50 GB. Neste caso o sistema operacional reconhecerá os arranjos como discos separados, apesar de ambos estarem usando o sistema RAID.

Após escolher a opção “Create Volume” uma tela de confirmação será mostrada, lembrando que todos os dados serão perdidos. Pressione a tecla “Y” e o seu RAID será criado.  clique para ampliar Figura 13: Tela de confirmação.  clique para ampliar Figura 14: Menu principal, agora com nosso arranjo RAID criado. Você pode ver nosso arranjo RAID criado na Figura 14. Como você pode ver, nós criamos um sistema RAID0 (divisão de dados). Agora que nosso sistema RAID está criado, você precisará instalar o sistema operacional. Esta é a parte mais complicada da instalação do RAID. Instalação do Sistema Operacional Agora você tem que instalar o sistema operacional. Em nossos exemplos usaremos o Windows XP e estamos assumindo que você já saiba como instalar um sistema operacional, já que este assunto foge do escopo do presente tutorial. Em linhas gerais, você precisa habilitar o boot para que seja iniciado da sua unidade óptica no setup da sua placa-mãe, inserir o CD-ROM do sistema operacional em sua unidade óptica e ligar o computador. O problema é que o Windows XP não reconhece automaticamente o sistema RAID e portanto ele pensará que o seu computador não tem nenhum disco rígido instalado.  clique para ampliar Figura 15: Windows XP acha que não existe nenhum disco rígido instalado no micro. Você precisa gerar um disquete contendo o driver do controlador RAID. As placas-mãe costumavam vir com este disco antigamente, mas atualmente você terá que criá-lo por conta própria, rodando um pequeno programa presente no CD-ROM que vem com sua placa-mãe ou placa de expansão RAID. Este programa estará localizado em um diretório chamado RAID ou similar. Não tenha medo de “fuçar” este CD em outro computador até encontrar este programa. No CD-ROM que veio com nossa placa-mãe o nome do arquivo era “f6flpy32_STOR_5.5.0.1035_PV.zip”, por exemplo. O que tivemos que fazer foi descompactar o arquivo e rodar o arquivo .exe que foi criado. O programa pediu para inserirmos um disquete na unidade e criou o disquete com o driver do controlador RAID. Se você não tem mais o CD-ROM da sua placa-mãe, você pode fazer o download deste programa no site do fabricante da placa-mãe ou do fabricante do chipset (ou do controlador RAID). Assim que o CD-ROM do Windows XP iniciar a carga, você verá uma mensagem dizendo “Pressione F6 se precisar instalar um driver SCSI ou RAID de terceiros…”. Quando esta mensagem aparecer, pressione a tecla F6 e insira o disquete na unidade de disquete e espere até que a tela mostrada na Figura 17 apareça.  clique para ampliar Figura 16: Pressione a tecla F6 assim que esta mensagem aparecer.  clique para ampliar Figura 17: O Windows não localizou o driver RAID. Instalação do Sistema Operacional (Cont.) Quando a tela mostrada na Figura 17 aparecer, pressione a tecla E e escolha da lista apresentada qual driver o Windows deverá carregar a partir da unidade de disquete (veja na Figura 18). Em nosso caso, tivemos que escolher “Intel (R) 82801GR/GH SATA RAID Controller (Desktop ICH7R/DH)”, já que nossa placa-mãe usava um chip ICH7R.  clique para ampliar Figura 18: Selecionando o driver a ser usado. Após ter selecionado o driver, a tela anterior aparecerá novamente (Figura 17), agora mostrando o driver que será instalado, como você pode ver na Figura 19.  clique para ampliar Figura 19: Windows mostrando o driver que será usado. A partir de agora o Windows reconhecerá seu arranjo RAID corretamente. Em nosso caso, como configuramos o sistema como RAID0 com dois discos rígidos de 80 GB, o Windows reconhece corretamente apenas um único disco de 160 GB, como você pode ver na Figura 20.  clique para ampliar

Figura 20: O Windows está reconhecendo nosso sistema RAID0 corretamente como se fosse um único disco de 160 GB.

Lembre-se que os números mostrados em nossas teclas capturadas são um pouco menores, já que os discos rígidos são rotulados usando uma capacidade “falsa”. Por exemplo, nossos discos rígidos de 80 GB são na verdade discos de 74,53 GB. É por isso que você vê 150 GB e não 160 GB na Figura 20. Em seguida siga o processo normal de instalação do Windows, instalando todos os drivers e programas que você usa após o sistema ter sido instalado. Normalmente os controladores RAID vêm também com um programa de gerenciamento que você pode instalar para monitorar seu sistema RAID. Este componente é opcional. Programa de Gerenciamento O programa de gerenciamento para o RAID da Intel é chamado Intel Matrix Storage Manager. Ele permite que você visualize os detalhes do seu sistema RAID bem como verifica o seu estado. Com este programa você pode inclusive criar um novo arranjo RAID, caso queira instalar mais discos rígidos em seu micro. Nas Figuras 21 e 22 mostramos duas telas deste programa mostrando o estado atual e os detalhes do arranjo RAID que montamos neste tutorial. Repare como a Intel chama “stripes” de “faixas” em vez de “divisões”.  clique para ampliar Figura 21: Status de nosso arranjo RAID.  clique para ampliar Figura 22: Detalhes de nosso arranjo RAID.

Como melhorar desempenho do Windows

Vá na barra de tarefas do windows e desmarquem a caixinha bloquear barras de tarefas, em seguida va lista de atalhos desmarquem as duas caixinhas -vá no menu inciar ,painel de controle ,programas ,desativar ou ativar recursos do windows desmarquem a opção SERVIÇOS XPS VISUALIZADOR XPS -vai no menu iniciar e digitem sons e vá até ALTERAR SONS DO SISTEMA E COLOQUEM PARA NÃO TER NENHUM SOM.                     – apertem a tecla do teclado do simbolo do windows + a letra r e digitem PREFETCH TEMP %TEMP% RECENT e podem limpar tudo beleza ,os arquivos que não excluírem e pq estão em aberto

O problema dos drivers

A primeira dica é desinstalar e configurar seus drivers, os arquivos que conectam o sistema com os hardwares instalados no computador. Mesmo após eliminar um aplicativo ou acessório do PC, eles continuam ocupando espaço. Mas não saia deletando qualquer um: remover o driver errado pode desabilitar funções e piorar o desempenho do computador.

Através do prompt de comando

Para ver quais drivers da Microsoft estão ativos, execute o prompt de comando como Administrador e digite “pnputil –e” (sem as aspas). Caso encontre algo irregular, guarde o nome do arquivo de extensão INF. Agora digite “pnputil –d [nome do arquivo INF]” para tentar desabilitá-lo. Se o Windows avisar que ele está em uso, mas você estiver ciente de que sua falta não afetará o sistema, force a remoção com o código “pnputil –f –d [nome do arquivo INF]”. Os drivers da Microsoft instalados aparecem no prompt de comando. Já para remover drivers de outras empresas, execute o msconfig.EXE, vá em “Serviços” e marque a caixa “Ocultar todos os serviços Microsoft”. Observe quais não são úteis e execute services.MSC para localizá-los e mudar a função de cada um para “Desabilitado”. Reinicie a máquina para as mudanças terem efeito. Os drivers que não são da Microsoft. Normalmente, são eles os problemáticos. Gerenciador de dispositivos Essa opção do Painel de Controle também é de grande ajuda. Se algum dispositivo estiver com problema, ele estará marcado com um ponto de exclamação amarelo. Clique duas vezes nele para desinstalá-lo, desabilitá-lo ou tentar uma atualização. Os drivers ocultos normalmente são acessórios antigos que se repetem. Mas quando ele não mostra alguns drivers ocultos: para isso, clique com o botão direito em “Computador”, vá em Propriedades> Configurações avançadas do sistema > Avançado > Variáveis de Ambiente. Selecione o segundo botão “Novo”, digite DEVMGR_SHOW_NONPRESENT_DEVICES em “Nome da variável” e 1 para “Valor da variável”. A tela de criação de um novo valor. Agora volte ao Gerenciador de Dispositivos e clique em Exibir > Mostrar dispositivos ocultos. Vários drivers antigos serão mostrados em todas as opções. Para removê-los, selecione-os com o botão direito e vá em “Desinstalar”.

Acelere a conexão

A navegação também pode ser melhorada com alguns ajustes. Você pode fazer com que ele já inicialize em alta potência e continue em um alto ritmo durante a navegação. No prompt de comando, digite “netsh int tcp set global congestionprovider=ctcp” (sem as aspas). Se encontrar problemas, substitua o código final por “=none” para desabilitar essa função. O Windows 7 ainda possui um sistema que transfere os dados de navegação para um cache em sua CPU, evitando sobrecargas. Para ativá-lo, digite “netsh int tcp set global dca=enabled” no prompt de comando, mas saiba que isso demanda mais trabalho do seu computador. Da mesma maneira, você pode ativar o ECN (Notificação de Congestionamento Explícito, na tradução literal), que ajuda o sistema a superar tráfego sem grandes perdas de dados. Ele também acaba deixando a máquina devagar, principalmente caso você esteja baixando arquivos grandes. Digite “netsh int tcp set global ecncapability=enabled” para habilitá-lo e teste sua conexão para verificar resultados. Se não houver nenhum, troque enabled por disabled para desligá-lo e retornar à configuração antiga. Outra opção é utilizar sua placa de rede para carregar dados da conexão, ao invés da CPU. Para isso, digite “netsh int tcp set global chimney=enabled” no prompt de comando. Mas lembre-se: não são todas as placas que suportam essa configuração. Desabilite o código da mesma maneira que o anterior, caso note problemas. dicas para melhorar desempenho do windows,Registros adicionais Outras mudanças podem ser feitas através do Editor do Registro. Execute ou pesquise por “Regedit” para que uma janela se abra. Vá em HKEY_LOCAL_MACHINE > System > CurrentControlSet > Services> LanmanWorkstation > Parameters. Nessa pasta, você pode adicionar alguns valores que alteram certos mecanismos da internet. No Editor de Registros, crie novos valores para alterar configurações.

Como configuração padrão, o Windows reduz o tempo de espera de sua conexão, mas para executar isso ele a deixa mais devagar. Para desabilitar esse obstáculo, clique com o botão direito em uma parte vazia da janela e vá em Novo > Valor DWORD. Nomeie o arquivo como “Disable Bandwidth Throttling” e insira 1 como seu valor.

Ainda é possível habilitar a função auto-tuning de sua conexão, que faz com que ela seja maximizada de acordo com a quantidade de dados processada na navegação. Para ligá-lo, crie outro valor DWORD, agora chamado EnableWsd e com o numeral 0. Você ainda pode inserir os dados FileInfoCacheEntriesMax, DirectoryCacheEntriesMax e FileNotFoundCacheEntriesMax com os valores de 64, 16 e 128, respectivamente. Eles fazem com que sua CPU seja mais exigida, aumentando o cache, mas reduzem o tráfego e melhoram a conexão. Reinicie o computador para sentir os resultados e delete os arquivos, caso o sistema piore.

Mudanças no processamento

A CPU também pode ser modificada. O Windows 7 possui algumas opções escondidas que diminuem o custo de energia, mas que podem comprometer o desempenho da máquina. Para ativá-las, digite dois códigos no prompt de comando: powercfg -attributes SUB_PROCESSOR 0cc5b647-c1df-4637-891a-dec35c318583 -ATTRIB_HIDE e powercfg -attributes SUB_PROCESSOR ea062031-0e34-4ff1-9b6d-eb1059334028 -ATTRIB_HIDE. Agora vá em Painel de controle > Opções de Energia > Alterar configurações do plano > Alterar configurações de energia avançadas. Duas novas opções estarão disponíveis: Processor performance core parking min cores e Processor performance core parking max cores. Coloque os valores em 100 e reinicie seu computador. Essa ação faz com que partes do sistema que não estejam em uso sejam desligadas.

Sistema multitarefas

Você ainda pode modificar o sistema de multitarefas do seu computador para evitar sobrecargas e aumentar a eficiência da CPU. São mudanças internas e que o usuário quase não nota, mas que fazem a diferença no geral. A tarefa é simples: clique com o botão direito em “Computador” e vá em Propriedades > Configurações avançadas do sistema > Desempenho > Configurações. Lá, marque a caixa “Ajustar para obter um melhor desempenho”. Salve as alterações e feche todas as janelas. dicas para melhorar desempenho do windows,Mais Regedit Adicionar ou modificar alguns valores no Editor de Registro também pode ser efetivo em computadores que rodem diversos aplicativos ao mesmo tempo. Execute o Regedit e vá para HKEY_LOCAL_MACHINE > SYSTEM > CurrentControlSet > Control > PriorityControl. Lá, modifique o valor da opção “Win32 PrioritySeparation” para 16. Se você possui aplicativos que utilizam muitas operações em rede, é possível aumentar o número de comandos que são armazenados em cache. Vá em HKEY_LOCAL_MACHINE> SYSTEM> CurrentControlSet > Services> Lanman Workstation > Parameters, crie um DWORD chamado MaxCmds e coloque o valor em 64. Além disso, algumas versões do Windows fazem verificações aleatórias de drivers, que podem descobrir eventuais problemas, mas também deixam o PC mais devagar. Para desligar essa função, vá até HKEY_LOCAL_MACHINE> SYSTEM > CurrentControlSet > Control > FileSystem e crie um DWORD chamado DontVerifyRandomDrivers com o numeral 1.

Disco rígido melhorado

Um dos modos mais eficientes de aumentar a qualidade nesse quesito é a conhecida técnica de desfragmentar o disco. Mas alguns problemas podem continuar afetando seu computador mesmo após esse processo. dicas para melhorar desempenho do windows,Partições O alinhamento de partições é um desses problemas. Se os dados da máquina estiverem mal-organizados (ou seja, desalinhados), o ato de ler um arquivo que esteja no meio do sistema faz com que o computador busque todos os dados anteriores até chegar ao item desejado. A boa notícia é que computadores com apenas um disco rígido ou originalmente com Windows Vista e 7 não costumam sofrer com as partições. Se este não é o seu caso, você pode utilizar a Paragon Allignment Tool para estabilizar seu sistema. Tunelamento Através desse processo, o sistema registra a data de criação (e outras informações) de um arquivo deletado. Isso pode consumir espaço, mas pode ser facilmente desabilitado. Execute o Regedit e vá para HKEY_LOCAL_ MACHINE > SYSTEM > CurrentControlSet > Control > FileSystem. Crie um valor DWORD chamado MaximumTunnelEntryAgeInSeconds, numere para 0 e reinicie a máquina. Assim como outros processos, modificar isso pode causar efeitos estranhos e inesperados no computador. Tenha certeza de que tudo está normal – caso contrário, é só deletar o valor em seu local de origem.

Como logar o Facebook bloqueado

Recomendamos que use a rede social nos momentos de folga, não atrapalhando o desempenho
O Facebook é uma rede social que foi lançada em 2004, e serve para reunir pessoas e amigos, do circulo de amizades e até mesmo para conhecer outras. Serve para aqueles que tem convívio diário, e até mesmo para aproximar aqueles que moram a milhares de quilômetros de distância.É notável o grande crescimento desta rede. Afinal de contas, a Rede social tomou conta de uma maneira tão rápida, que foi capaz de acabar com outros tipos de redes sociais como o Orkut e MSN, que eram antigos fenômenos da internet.Atualmente, é difícil você conversar com uma pessoa e a mesma não ter Facebook. Todo mundo tem o popularmente conhecido: “Face”.
Por ser uma febre tão grande, acabam tomando muito tempo de um trabalhador numa empresa, por exemplo. O mesmo pode deixar de desempenhar suas tarefas e passar o tempo todo na rede social.Para solucionar este problema, muitas empresas tomaram a decisão de bloquear o acesso dos funcionários durante o período de trabalho. É comum hoje tentar entrar na página do facebook e aparecer um aviso de “site bloqueado”.Contudo, como brasileiro dá um “jeitinho” em tudo, muitas pessoas conseguem utilizar a rede social, mesmo estando bloqueada. E existem diversas maneiras para conseguir essa proeza.Uma forma bastante comum é ao invés de entrar em facebook.com, (pois geralmente essa página que estará bloqueada no sistema da empresa), usar o endereço “m.facebook.com”, que é a página mobile.  Outra maneira também é adicionar um “S” no “http:/facebook.com. Exemplo: https:/facebook.com , pois ocorre a mesma situação citada anteriormente.Porém, essas duas maneiras só funcionam se ocorrer uma falha na TI de sua empresa. Mas como já está todo mundo esperto em relação aos que querem burlar o sistema, fica cada vez mais complicado. O ideal é que você desempenhe seu trabalho, e num momento de folga, acesse a rede social rapidamente. Feito isso, não há necessidade da empresa solicitar o bloqueio da rede social.

Como Lembrar uma Senha Esquecida

Criado por Rafael Bemerguy Esquecer uma senha pode ser uma experiência estressante e embaraçosa. Aqui vão algumas dicas para lembrar uma senha esquecida.

Passos Lembrar uma Senha Esquecida

1 Faça a si mesmo as seguintes questões: Quais são as senhas que eu normalmente uso para outras coisas? Com que eu estava obcecado quando criei a senha? Quais seriam as “palavras-chave” que eu estaria tentando inserir? (Por exemplo, se você esqueceu a senha para um documento, seria algo como “trabalho de casa” ou “ensaio”). Quais são minhas cores, animais, comidas, esportes favoritos? Quais são meus apelidos? No que eu estava pensando quando criei a senha? (Por exemplo, você pode ter usado “Estou com fome” ou “Estou chateado”).
2 Pense sobre o dia em que você criou a senha e realize novamente o processo.
3 Tente “Confidencial”, “Não Leia” ou algo nessa linha de raciocínio. A senha padrão é exatamente esta: “senha”.
4 Se você ainda tem seu histórico de navegação (ou qualquer outra informação semelhante que poderia lhe dar uma ideia do que estava fazendo no computador justo antes de alterar sua senha), pense sobre isso. Tente identificar o que estava em sua mente naquele momento.

Dicas

Às vezes é possível invadir computadores ou redefinir uma senha por outros meios, através do painel de controle.

Atenção

Utilize estas informações para descobrir sua própria senha, não a de outras pessoas. Se você perdeu sua senha de um documento do Microsoft Word, você não poderá recuperá-la. Não há maneira de invadir este documento e ele não oferece a opção “Esqueci minha senha”.

Como impedir que o Malware seja baixado para o computador

O velho ditado, “Um grama de prevenção vale um quilo de cura ” é bem verdade que o malware está em causa. Malware pode causar uma lista interminável de problemas, incluindo , mas não limitado a , aborrecimentos, roubo de identidade e computador trava . Prevenir estes programas de software de infectar um computador pode economizar dinheiro, tempo e se preocupar. Malware pode vir nas formas de vírus, spyware, sequestradores de navegador e cavalos de tróia. Há vários passos que você pode tomar para evitar que o malware seja baixado para o seu computador.

1 – Esteja alerta para o que está acontecendo com o seu computador . Qualquer atividade incomum é o primeiro sinal de problemas.

2 – Defina o seu navegador de Internet , de modo que você será notificado sempre que um programa estiver disponível para download.

3 – Instalar um programa respeitável anti- vírus. Manter este programa atualizado diariamente, se possível, e você vai parar a maioria dos vírus de ser baixado e instalado no seu computador.

4 – Pop-ups são uma forma de malware que pode parecer chato no superfície , mas também pode ser perigoso . A instalação de um bom bloqueador de pop -up pode parar o malware seja baixado.

5 – Instale um firewall pessoal.

6 – Use um cliente de e-mail que inclui um guarda spam. Um grande número de vírus e cavalos de Tróia são espalhados através de e-mails . Parando os e-mails antes de acessar sua caixa postal pode ajudar na batalha contra o malware.

7 – Não fazer download de software ou programas de sites desconhecidos . Esses programas aparentemente inocentes podem conter malware que irá instalar no seu computador quando o programa original está instalado.

8 – Tenha cuidado ao trocar arquivos ou programas com amigos e familiares. Se houvesse o malware de qualquer tipo no computador original , poderia implantar-se no disco ou em um arquivo e fazer o download para o seu computador . É melhor para executar uma verificação de vírus em todos os discos antes de instalar as informações do disco em seu computador.

9 – Desativar os cookies em seu navegador de Internet. Os cookies podem ser boas, mas existem sites que colocam um cookie no seu computador para que você possa ser rastreados depois.

10 – Leia as letras miúdas ao baixar programas. Essas licenças de usuários parecer chato e repetitivo às vezes, mas pode haver uma grande quantidade de informações neles também , como dar uma permissão da empresa para colocar o malware na forma de adware ou spyware no seu computador.

Como determinar se existe Spyware no seu computador

Spyware vem em duas formas : o chato e perigoso . Os tipos irritantes são mais fáceis de detectar , porque eles querem ser vistos . Os tipos perigosos , aqueles que Coletam informações como senhas , números de segurança social, a casa e locais de negócios e informações de cartão de crédito, são mais difíceis de detectar porque seu principal objetivo é se esconder onde eles não podem ser vistos. Instruções

  1 – Preste atenção para uma atividade incomum em seu computador.

2 – Se de repente o computador está com pouca memória ou rodando mais lento do que o habitual , pode haver spyware no computador.

3 – Alguns spyware em um computador fará com que a tela pisque . Isso é comum quando um programa spyware está tomando instantâneos de telas de computador , o spyware está coletando informações sobre quais sites da Web que você está visitando, e este temporarily extrai energia a partir do computador , fazendo com que o brilho

4 – Inexplicáveis ​​pop-ups ou um grande número de pop-ups quando a janela é fechada pode significar spyware no computador. Sites de pornografia utilizar este método muito, você fecha uma janela e dez mais aberto. Isto é particularmente perigoso se as crianças estão usando o computador infectado.

5 – Sinais de que um computador foi ou está sendo usado quando ninguém está fisicamente no computador pode significar que você tem spyware.  inexplicável

6 – Mensagens de erro pode ser outra indicação de que há spyware no computador.

7 – Perdendo o controle do seu computador. Isso pode ser qualquer coisa de homepages sendo alterada sem você saber a seus programas de segurança , como firewalls ou programas anti -vírus , sendo desativada ( desligado). Os programas de spyware fazer isso para que eles possam fazer o que querem , sem os programas de segurança detectá-los .

Como criar seu próprio game

Tiny and Big, do estúdio alemão Black Pants, que decidiu apostar em engine própriaComo Fazer um Jogo

Provavelmente, em algum momento de devaneio ou de brilhante inspiração no chuveiro, qualquer jogador já pensou em um game ideal. Uma história empolgante, personagens fortes e bom nível de entretenimento. Por que então não colocar a mão na massa e torná-lo real? A seguir vamos percorrer os elementos básicos na jornada de se tornar um desenvolvedor independente.

O primeiro passo: identificar sua habilidade

Mais que uma grande ideia, o desenvolvimento de qualquer game geralmente respeita sete grandes etapas: design do jogo, programação, design de níveis, arte e animação, áudio e música, narrativa e negócio.

É difícil pensar que algo tão empolgante e explosivo como um game respeite essa ordem de produção quase industrial, mas, na maioria das desenvolvedoras de grande e médio porte, as etapas são muito bem respeitadas. “Geralmente um estúdio gasta um grande esforço na engine, no código e jogabilidade. Quando chega a hora da narrativa, apela para um grande artista gráfico para juntar todos os elementos necessários da história com animações”, diz Talita Goldstein, brasileira e produtora da Minority, do game Papo & Yo.

Se ao ler os termos “engine”, “jogabilidade” e “código” formou-se um nó em seu cérebro, provavelmente será necessário avançar em leitura e pesquisa para se familiarizar um pouco com os bastidores dos jogos. Atualmente, grandes games são produzidos utilizando kits de desenvolvimento, como Unity 3D, UDK (dos responsáveis pelo game Unreal) e Cryengine (da Crytek, do game Crysis). Esses kits criam toda a ambientação básica de programação e são como o esqueleto ou a infraestrutura do jogo. Através deles é possível desenvolver um game e migrá-lo automaticamente para várias plataformas (com os devidos custos).

Além da vantagem de driblar as dificuldades iniciais de programação, os kits possuem uma grande comunidade de desenvolvedores, com tutoriais, aulas e complementos para tornar a vida do designer bem mais simples. Outro incentivo, como no Unity 3D, é o custo zero. A solução é gratuita para os desenvolvedores independentes e, dependendo do tamanho do projeto, os custos de migração de plataforma não são tão altos.

Por outro lado, se desenvolver toda essa estrutura faz parte do seu objetivo como programador, é possível começar praticamente do zero, seja seu game feito em flash, Java ou C#. Aqui o válido é não complicar. Escolha a linguagem de maior familiaridade e veja o que é possível fazer com ela.

Desenvolver uma engine própria pode trazer bons resultados. Essa foi a aposta do estúdio Black Pants, que apresentou o curioso Tiny and Big no festival independente BIG, em São Paulo.  “Fizemos tudo do zero. Desde a engine até a arte final. Ninguém do time tinha trabalhado com games. Se soubéssemos o quão difícil, teríamos optado por Unity 3D ou outro caminho menos problemático”, confessa o alemão Florian Grolic, responsável pelo design do game.

Para todos os efeitos, Florian explica que não basta ser um cara com uma ideia, é preciso ser “corajoso e identificar qual sua ambição, seu desejo e perseguir seu sonho”.

Parcerias fundamentais

Não há como escapar. Sem uma grande compreensão de programação, dificilmente um game sairá do papel. A não ser que você seja um gênio computacional e ao mesmo tempo criativo, será necessário buscar apoio em outras pessoas. O crucial para um time é que ele seja complementar. “Também é importante encontrar pessoas que você se dê bem em relação ao trabalho. Buscar amigos pode ser um erro, pois normalmente acontecem frustrações pelo caminho e discussões são inevitáveis”, diz Grolic.

Por outro lado, é preciso encontrar uma sintonia. Em geral, ela surge da familiaridade de cada um com o projeto, ou mesmo de valores fundamentais. “Na Minority todos compartilham seus esforços. Mesmo com 15 funcionários e propostas de crescimento, não abandonamos nosso funcionamento indie. Isso é o que nos faz trabalhar com prazer”, comenta Talia.

Outro ponto importante é o custo. É provável que um primeiro game não vá consumir mais poder de processamento que o seu próprio PC de casa, principalmente se você trilhar por um caminho mais simples – como desenvolver um game para web em Flash ou mesmo algo mais simples para smartphones.

Quando as proporções são ampliadas, mais dinheiro vai ser necessário. Se o seu projeto é genial, um ótimo time foi escalado e tudo está funcionando como deveria, mas, faltam aqueles dólares para desenvolver mais os personagens ou mesmo migrar a plataforma, chegou o momento de caçar um investidor. Nem sempre um programador é um bom marqueteiro. Nesses casos, é importante ter um bom porta-voz, em especial na hora de apresentar seu game para um possível investidor.

Buscando formação

Com um número já interessante de faculdades de desenvolvimento de games, o Brasil está se tornando um território promissor. Cursos de games, como o da Fascisa, em Campina Grande (PB), estão surgindo com projetos recheados de cultura local, inovação e qualidade técnica.

Se desenvolver games é sua paixão – e, depois de um test drive de maneira independente, você acha que leva jeito – analisar os cursos e seus programas de ensino pode ajudar a sanar deficiências conceituais, de programação, modelagem e outras.

Commodore 64

Commodore 64

Situado numa posição intermediária entre os microcomputadores de uso doméstico e aqueles voltados para aplicações profissionais e administrativas mais amplas, o Commodore 64 podia ser considerado um sistema de alto desempenho no primeiro grupo e de desempenho médio no segundo grupo. Seu projeto, concebido inicialmente para aplicações em jogos com capacidade de síntese musical e gráficos em cores, foi bastante incrementado pela possibilidade de trabalhar com o sistema operacional CP/M, que o converte em um computador capaz de executar trabalhos mais elaborados e processar aplicações maiores. Nesse último caso, o usuário deveria necessariamente expandir a configuração básica da máquina com boa parte dos periféricos que o fabricante proporcionava para o equipamento (impressoras serial e paralela, joysticks, plotter, caneta ótica, acoplador acústico, etc.).                   O aspecto exterior da unidade central é praticamente idêntico ao do modelo mais limitado da Commodore, o VIC 20; quanto ao desempenho, porém, o Commodore 64 situa-se entre aquele e os modelos profissionais do mesmo fabricante. Todo o software desenvolvido para sua linha de computadores pessoais pode ser adaptado facilmente para execução no modelo 64.

  O Commodore 64 era um micro pessoal voltado tanto para aplicações domésticas e jogos quanto para tarefas administrativas. Estas últimas facilitadas pela possibilidade de trabalhar com o sistema operacional CP/M.

Unidade central

A unidade central é composta principalmente por quatro circuitos integrados, cada um deles especializado numa determinada função. O primeiro é a unidade central de processamento (UCP) baseada no microprocessador 6510 de 8 bits (uma versão avançada do popular 6502), que contém a unidade de controle, e unidade aritmético-lógica e os registradores de uso geral. O segundo é a pastilha 6566 VIC-11 (Video Interface Chip), um circuito integrado NMOS, especializado como interface de vídeo. O 6581 SID (Sound Interface Device) é encarregado da interface de som; nele se encontra integrado um sintetizador musical completo do tipo Moog, controlado digitalmente. Por último, vem o 6526 CIA (Computer Interface Adaptor), como os anteriores desenvolvido segundo a tecnologia NMOS; sua função é controlar os periféricos que podem ser conectados ao Commodore 64.                   A especialização atribuída a cada circuito libera a UCP do controle dos periféricos, permitindo que seu trabalho se concentre na realização de tarefas próprias, tais como: operações lógicas e aritméticas, endereçamento de memória, etc.                   A memória ROM versão básica é de 20 kbytes, e nela se encontram o sistema operacional, o interpretador BASIC e o conjunto de caracteres próprios do Commodore. A memória RAM, do usuário (não ampliável), é de 64 kbytes. É formada por oito circuitos integrados do tipo MOS dinâmico, com refresh a cargo de uma das áreas internas do chip controlador de vídeo. O espaço da memória RAM do usuário pode ficar reduzido quando se faz o carregamento de algumas áreas da ROM; no caso extremo, o usuário dispõe do mínimo de 38 kbytes.                   Merecem menção especial as possibilidades de geração de sons e ruídos propiciados pelo sintetizador do Commodore 64. Ele dispõe de três geradores de sinais, com controle de freqüência entre 0 e 4 KHz, que podem produzir sinais triangulares, em dente de serra, quadrados (com amplitude de pulsação variável) e de ruído; três geradores de envelope de resposta exponencial, com controles independentes para tempos de início, declínio, parada a nível de sustentação; três outros moduladores de amplitude e um filtro programável com freqüência de ressonância variável, disponível nas configurações de passa-alto, passa-baixo, passa-banda ou rejeição de banda completam o dispositivo de síntese de som. Essa seção conta ainda com uma entrada externa de áudio, cujo sinal pode ser processado pelo filtro interno do sintetizador. As comunicações com o exterior se realizam através de duas portas de acesso: uma paralela, de 10 bits (8 bits de dados mais 2 de sincronização), a outra serial RS-232C, embora, para operar plenamente, esta última necessite de um cartucho adaptador de níveis de tensão.                   Além disso, dispõe de três conectores para expansão a de conexões para joysticks ou caneta ótica.

O aspecto exterior da unidade central é muito semelhante ao do VIC 20. O mesmo, contudo, não ocorre com a sua capacidade e potência, bastante superiores às de seu antecessor na família de microcomputadores da empresa Commodore.

As comunicações com o exterior se estabelecem através de duas portas: uma paralela de 10 bits e outra do tipo serial (RS-232C)

A unidade central de processamento é constituída pelo microprocessador 6510 da MOS Technology, inteiramente compatível com o tradicional 6502, do mesmo fabricante.

Na lateral direita da unidade central encontram-se, além da conexão com a rede e o interruptor de potência, os conectores para joysticks e caneta ótica.

Teclado

O teclado (alojado no mesmo móvel da unidade central) dispõe de 66 teclas agrupadas em dois blocos: 62 teclas no formato de máquina de escrever (teclado QWERTY) e 4, à direita, que são programáveis pelo usuário. Cada uma dessas teclas pode ter sua função duplicada, de modo que correspondem a oito funções programáveis.                   O movimento de cursor se realiza por meio de duas teclas situadas na parte inferior, à direita, que permitem deslocá-lo nos quatro sentidos.                   Entre as funções que o teclado proporciona de forma direta, podemos citar a de RUN/STOP e a de INSERT/DELETE, com as quais se comanda o início e a parada de um programa a se comanda a inserção ou eliminação de caracteres na tela, respectivamente.

Vídeo

  A configuração básica não inclui esse periférico. Opcionalmente, pode-se conectar um televisor doméstico ou um monitor de vídeo (monocromático ou em cores). Em ambos os casos, porém, a apresentação se realiza no formato de 25 linhas de 40 colunas. Em modo gráfico, o vídeo possui uma resolução de 320 x 200 pontos.                   Escolhendo a opção em cores, conservam-se as características mencionadas anteriormente e se acrescentam outras novas, algumas das quais veremos a seguir: é possível apresentar dezesseis cores no vídeo ao mesmo tempo; pode-se mudar a cor de um determinado caractere, independentemente dos demais; o número máximo de combinações fundo/caractere é 255.                   Outra característica importante na programação de jogos é que o usuário pode definir até 8 sprites (planos gráficos) de 24 x 21 pontos, cada qual com sua própria prioridade no vídeo a podendo se mover por todo ele, de pixel em pixel.                   Por meio de comandos em BASIC, é possível detectar a colisão entre os diferentes blocos e também uni-los para representar figuras maiores. Todos os caracteres (gráficos e de texto) podem ser também apresentados em vídeo inverso.

Memórias auxiliares

  O Commodore 64 dá ao usuário a opção de acoplar tanto gravadores a cassete quanto unidades de disquete. O fabricante produzia de um gravador-reprodutor de cassetes denominado Datasette 1530, especialmente projetado para trabalhar com informação digital e que é diretamente conectável à parte traseira do console da unidade central. Da mesma forma, através da porta serial conectam­se até quatro unidades de discos flexíveis de 5 1/4 polegadas com 170 kbytes de capacidade cada. Essas unidades (denominadas pelo fabricante VIC 1541) contêm na memória ROM interna todo o sistema operacional e um microprocessador próprio, necessários ao controle do dispositivo. Pode-se também trabalhar com a unidade de disquete VIC 1540 mediante o acréscimo de um cartucho ROM projetado para controlar este periférico.

O Commodore 64 permite a conexão de até quatro unidades para disco flexível de 5 1/4, com uma capacidade de 170 kb por disco (VIC 1541)

Vários módulos funcionais podem ser conectados independentemente às três ranhuras de expansão localizadas na região traseira.

Software básico

O sistema operacional em sua configuração básica, denominado KERNAL, é exclusivo do Commodore e reside na ROM interna, ocupando uma área de 8 kbytes. O Commodore 64 pode operar também com o sistema CP/M, desde que se conecte ao soquete para cartuchos ROM o módulo que contém esse sistema. Este módulo é controlado por um microprocessador Z 80 que converte o Commodore 64 num sistema versátil, capaz de executar software elaborado para o CP/M, e que contém milhares de programas facilmente disponíveis. A linguagem de programação oferecida para a versão mínima é o BASIC 2.0 da Microsoft, cujo interpretador ocupa 8 kbytes na ROM básica. Mediante um cartucho se pode dispor de um BASIC estendido, que amplia as capacidades gráficas, musicais a de utilização de cor. Podem ser usadas outras linguagens adicionais como FORTH, LOGO (em cartuchos) a outras linguagens voltadas para disquete, como: UCSD, PASCAL, COMAL e ASSEMBLER.

Apesar de a linguagem que acompanha o equipamento ser o Basic, pode-se incorporar módulos interpretadores de outras linguagens ao modelo 64. O Commodore 64 dispõe  de conectores para a adaptação direta de joysticks.

Características básicas

Fabricante: Commodore Ano: 1982 País: U.S.A. CPU: 6510  Velocidade: 0.985 MHz (PAL) / 1.023 MHz (NTSC) Coprocessadores: VIC II (Video), SID (Som) Rom: 20 KB (ROM ampliável com cartucho removível) Ram: 64 KB Teclado: Tipo QWERTY de 66 teclas (4 delas programáveis pelo usuário), não incorpora teclado numérico. Video: texto: 40 x 25, gráfico:  320 x 200, 16 cores para fundo/caractere e possibilidade de vídeo inverso.  Som: 3 vozes / 6 oitavas Memória auxiliar: Fita cassete: dispõe de um conector para adaptação direta de gravador cassete digital Datassete 1530. Disco flexível: até 4 unidades de 170 kb por disquete de 5 1/4 (VIC 1541)  Entrada/Saída:  RGB, Video Composto, Joystick, cartuchos, Cassete, Serial, User Port(RS232 compatible), TV Sistema Operacional: KERNAL, exclusivo da Commodore, CP/M em cartucho ROM.